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Aedes Aegypti continua assustando brasileiros

por Lud Hayashi
De acordo com o Ministério da Saúde, em 2018, houve uma queda expressiva de 70% de casos de Zika, 65% dos de Chikungunya e 20% dos de Dengue, em comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar da redução no número de casos, a preocupação e os cuidados com o Aedes Aegypti continuam deixando a saúde pública em alerta. As doenças virais transmitidas pelo mosquito, chamadas de arboviroses, possuem alguns sintomas em comum, como febre exantemáticas, dores de cabeça, manchas na pele. “Embora possuam sintomas iniciais parecidos, as arboviroses podem evoluir para quadros clínicos mais específicos”, comenta o médico virologista Mario Janini.

Por meio de amostras de sangue é possível diagnosticar as arboviroses transmitidas pelo Aedes Aegypti. O gerente do DB Molecular, Nelson Gaburo, explica que os testes moleculares podem detectar a presença do vírus precocemente e de forma precisa. “A detecção molecular proporciona diagnóstico rápido, sensível e específico, sendo detectado em até uma semana após o aparecimento dos sintomas. Em áreas onde cocirculam diversos arbovírus, existe a possibilidade de reatividade cruzada, o que pode afetar a resolução dos testes sorológicos. A combinação de testes moleculares e sorológicos contribui para que o resultado diagnóstico seja correto”, acrescenta.

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