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Fique por dentro dos eventos astronômicos de novembro

Mês será marcado por chuvas de meteoros que antecederão um eclipse lunar parcial, que poderá ser visto das Américas

por Lud Hayashi

O mês de novembro será empolgante para os fãs e admiradores do espaço sideral. Nas próximas semanas, vão ocorrer cinco grandes eventos astronômicos, incluindo um eclipse lunar parcial que poderá ser visto por em algumas regiões das Américas.

Chuva de meteoros Taurídas do Sul (5 de novembro) — a chuva acontecerá durante alguns dias, mas pode ser vista com maior facilidade na madrugada do dia 5. Os meteoros, provenientes do cometa Encke, terão cores que variam entre vermelho, laranja e amarelo. O evento deve acontecer próximo às estrelas Aldebaran, Betelgeuse, Rigel e Sirius.

Chuva de meteoros Taurídas do Norte (12 de novembro) — assim como a chuva da Taurídas do Sul, a Taurídas do Norte recebe este nome por causa da constelação de Touro, que estará no céu na região onde os meteoros vão entrar na atmosfera. O ápice do evento será entre a noite do dia 11 e a madrugada do dia 12.

Chuva de meteoros Leônidas (17 de novembro) — vindas do cometa 55P/Tempel-Tuttle, a chuva de meteoros do dia 17 pode ter a visibilidade comprometida por causa da Lua cheia. Para aqueles que ainda assim querem tentar ver o evento, ele acontecerá próximo à Constelação de Leão com cerca de 15 meteoros por hora.

Chuva de meteoros Gemínidas (19 de novembro) — Com aproximadamente 120 meteoros por hora, a chuva Gemínidas, que tem como radiante a constelação de Gêmeos, iluminará os céus na madrugada do dia 19. Os observadores podem encontrar o ápice do evento próximo às 2h da manhã, ainda que a Lua cheia também possa atrapalhar a visualização.

Eclipse lunar parcial (19 de novembro) — também na noite do dia 19 de novembro, o segundo eclipse lunar do ano, e único parcial, poderá ser visto de grande parte das Américas, Oceano Pacífico, Ártico, centro-leste da Ásia, noroeste da Europa, Austrália e Nova Zelândia. O fenômeno ocorre quando a Lua passa parcialmente pela sombra da Terra. O Brasil não está na zona do planeta onde será possível acompanhar o fenômenos.

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